FESTIVAL DE OXUM DO ABAETÉ
Apoie até 10/10/2026.
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Apresentação
O Festival de Oxum do Abaeté nasceu para que nossa história continue sendo contada.
O FUTURO DEPENDE DA MEMÓRIA
Durante séculos, os conhecimentos ancestrais dos povos afro-brasileiros sobre o cuidado com a natureza, as águas e com a comunidade foram perseguidos, desvalorizados e tratados como atraso. Mesmo assim, sobreviveram graças às comunidades representativas que, com muita luta, protegem sua cultura e sua memória. Hoje, muitos desses saberes são reconhecidos, mas quase nunca se reconhece os povos que os preservaram.
A Lagoa do Abaeté é um dos lugares onde essa memória permanece. Além de sua importância ambiental, ela guarda a lembrança da Mãe Gilda de Ogum, símbolo da luta contra a intolerância religiosa, cuja memória continua sendo alvo de ataques.
O Festival de Oxum do Abaeté nasceu para que nossa história continue sendo contada. Ao ocupar a lagoa com celebração, educação e convivência comunitária, o festival fortalece a luta contra a intolerância religiosa, incentiva a preservação desse território e reafirma que a história das comunidades afro-brasileiras continua viva.
Junte-se a nós neste momento e venha viver essa experiência de conexão com a natureza e o sagrado.

O QUE É O FESTIVAL DE OXUM DO ABAETÉ?
O Festival de Oxum do Abaeté é um evento cultural e religioso realizado pelo Terreiro Axé Abassá de Ogum em parceria com o Centro Cultural Morèmi, em Salvador (BA). O projeto reúne comunidades de terreiro, artistas, artesãos e a população em geral para celebrar a divindade iorubá de fertilidade: Oxum, fortalecer a união entre os terreiros e promover a preservação da Lagoa do Abaeté por meio de atividades culturais, religiosas e educativas.
HISTÓRICO DO FESTIVAL
A Lagoa do Abaeté é um dos espaços de maior relevância ambiental, histórica e religiosa de Salvador. Além de sua importância ecológica, a lagoa representa um território sagrado para as religiões de matriz africana e abriga o busto em homenagem a Mãe Gilda de Ogum, referência nacional na luta contra a intolerância religiosa.
Apesar desse valor simbólico, a região continua enfrentando desafios relacionados à intolerância religiosa e à preservação ambiental. Os ataques ao busto de Mãe Gilda e os debates sobre intervenções que podem comprometer o ecossistema da lagoa demonstram a necessidade de iniciativas que fortaleçam a ocupação cultural do espaço e ampliem a conscientização da sociedade sobre sua importância.
Diante disso, o festival surgiu como uma iniciativa voltada à valorização das tradições afro-brasileiras e da importância espiritual, cultural e ambiental da Lagoa do Abaeté. Desde sua criação, realiza procissões, rituais sagrados, apresentações culturais, palestras e feira de artesanato, reunindo aproximadamente 100 participantes em suas duas primeiras edições.
O QUE ACONTECERÁ NA EDIÇÃO DE 2026?
A terceira edição será realizada nos dias 9 e 10 de outubro de 2026.
O festival será dividido em dois momentos:
Dia 9 de outubro: rituais sagrados das comunidades de terreiro e ações sociais em comunidades quilombolas.
Dia 10 de outubro: programação aberta ao público na Lagoa do Abaeté.
A programação contará com uma procissão do Terreiro Axe Abassá de Ogum até as margens da lagoa, orações, atos tradicionais dedicados a Oxum, performances artísticas, feira de artesanato, gastronomia afro-brasileira, rodas de conversa e palestras, com destaque nas ações voltadas para a conscientização sobre preservação ambiental e combate à intolerância religiosa.
A COLABORAÇÃO COM O CURSO DE ECONOMIA CRIATIVA DA REDE LOGOS
Para a terceira edição, o comitê organizador do evento aprovou a integração do projeto ao curso de Economia Criativa da Rede Logos, permitindo que os estudantes desenvolvessem o planejamento estratégico de comunicação do festival sob orientação dos professores do curso.
A equipe de comunicação é formada por:
Olufikayo Petra Antonietta Ayoh Omidire;
Joanna Sousa;
William Neves.
Entre os materiais e ações desenvolvidos pela equipe estão o vídeo de teaser oficial dessa edição do festival, a identidade visual e o guia da marca, o plano de divulgação do evento, a criação e gestão da conta oficial do festival no Instagram, o design dos mockups de brindes para o evento, e outras ações de comunicação voltadas ao fortalecimento institucional do festival.
Como a Rede Logos funciona
A Rede Logos conecta pessoas, ideias e instituições para desenvolver projetos colaborativos na universidade. Ninguém recebe dinheiro. Todos somam horas, conhecimento e impacto.
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1
Produtor cria o projeto
Cadastra as atividades necessárias e estima as horas de cada uma.
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2
Colaboradores se conectam
Escolhem as atividades que têm a ver com suas habilidades e interesse.
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3
Trabalham juntos
Realizam as atividades combinadas e fazem o projeto acontecer.
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4
Ganham Logos
Ao concluir a atividade, o colaborador recebe Logos (horas).
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5
Horas que têm valor
Os logos equivalem a horas acadêmicas e de extensão.
1 Hora de atividade = 1 logos
Os logos representam horas de participação em projetos e podem ser usados para atividades acadêmicas e comprovação de extensão.
Este projeto ainda não cadastrou atividades para colaboração.
Nenhuma atualização publicada ainda.
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